Opinião

A ameaça da febre amarela

Número elevado de casos e mortes da doença neste verão traz de volta o temor de uma epidemia urbana no Brasil

Revista Pesquisa FAPESP - MARCOS PIVETTA | ED. 253 | MARÇO 2017

Mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes...

Mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes (foto)…

No século XXI, o avanço da globalização de pessoas e de mercadorias, o desmatamento e a erosão das fronteiras entre a zona rural e a urbana e a presença de grandes contingentes populacionais não imunizados parecem ter criado um ambiente favorável para o recrudescimento de epidemias de febre amarela. Até recentemente, a doença, que tem uma vacina eficiente desde os anos 1930, era vista como sob controle ou restrita a regiões endêmicas dos dois continentes em que ocorre, a porção subsaariana da África, uma das áreas mais pobres do mundo, e rincões da América do Sul, geralmente as calhas dos rios Amazonas e Orinoco, ou o Centro-Oeste do Brasil. A eclosão de epidemias recentes dos dois lados do Atlântico trouxe de volta a febre amarela ao debate internacional sobre saúde pública.

 

Macacos-prego já usavam ferramentas no período pré-colombiano

Estudo arqueológico no Piauí revela pedras usadas para quebrar castanhas com idades até 700 anos

Revista Pesquisa FAPESP - MARIA GUIMARÃES | Edição Online 13:00 11 de julho de 2016

Macaco-prego (Sapajus libidinosus) usa pedra para quebrar fruto na serra da Capivara

Macaco-prego (Sapajus libidinosus) usa pedra para quebrar fruto na serra da Capivara

 
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