Opinião

A cara do Brasil

Click on the slide!

Na salada de comentários sobre a campanha eleitoral que termina, retiro dois ingredientes comuns aos partidários do amarelo ou do vermelho: a catástrofe que acontecerá se o outro lado vencer; e a consideração de que esta foi a campanha mais lamentável, nojenta e baixa de que se tem notícia.

A isto somo a minha experiência. Participando da política há mais de 50 anos, do grêmio estudantil à UNE, do jornalismo ao PSDB, passando pela ditadura, pela constituinte, pela oposição e pela situação, já vi boi voar e gafanhoto dar leite. Há sempre quem preveja uma catástrofe na vitória alheia e quem ache que a campanha foi suja demais. Não é a minha opinião.

 

 

A alma brasileira

Click on the slide!

Eu quero falar sobre o Brasil bom, para minorar o desgosto deste Brasil da corrupção, do desmando e das palavras vazias de uma campanha eleitoral cheia de baixarias e misérias. Porque é este Brasil bom que nos aponta o caminho, que nos informa que não vivemos apenas de vergonhas.

Sim, eu tenho vergonha desse lamaçal que estendem diante de nós, tentando nos arrastar para dentro dele, nos convencer que é assim mesmo a nossa vida.

 

 

Exaltação à Pátria Brasileira

Click on the slide!Hiram Reis e Silva (*), Porto Alegre, RS, 07 de setembro de 2014.
“Encargado Pompeyo de la organización y dirección del avituallamiento de Roma, envió legados y amigos a muchos lugares. Él mismo se embarcó hacia Sicilia, Cerdeña y Libia, procediendo a la recogida de cereales. Iba a dar la vela para la vuelta a tiempo que soplaba un recio viento contra el mar; y aunque se oponían los pilotos, se embarcó el primero, y dio la orden de levantar el ancora diciendo: “navegar es necesario, no es necesario vivir”; y habiéndose conducido con esta decisión y celo, llenó, favorecido de su buena suerte, de trigo los mercados, y el mar de embarcaciones, de manera que aún a los forasteros proveyó aquella copia y abundancia, habiendo venir a ser como un caudal que naciendo de una fuente alcanzaba a todos”.”
“Navigare necesse; vivere non est necesse.”
Pompeu, o Grande (106/48 aC.) ‒ Plutarchus ‒ “Vitae illustrium virorum ‒ Pompey”.

Reproduzo, sem qualquer tipo de comentário, a alocução proferida pelo meu eterno Mestre e dileto amigo Manoel Soriano Neto, no Instituto Histórico e Geográfico do DF (Ihg/Df), em Brasília-DF, e na Academia de Letras e Artes do Planalto (Alap), em Luziânia-GO. Como diria o imortal Luís Vaz de Camões:
“Cesse tudo o que a Musa antiga canta,
Que outro valor mais alto se alevanta”

 

As distorções das mídias

Click on the slide!
Ana Monteiro Diniz
Entre o eleitor e o candidato existe uma tela onipresente. E, se o meio é também uma mensagem, é preciso saber qual a mensagem dessa tela.
Ela é plural: grande, no cinema; média, na televisão; pequena, nos computadores e assemelhados; micro, nos comunicadores portáteis.
Ela não conduz à realidade, mas ao reality-show: isso que ela mostra, não nos atinge. Geralmente, nos distrai por um momento – e vamos para o próximo. É um meio superficial, gôndola de supermercado, sai um produto, entra outro. Aqui e ali se recolhe uma informação útil. E, como o nosso cérebro não é infinito, memorizamos essa informação e apagamos o resto.
 

Centenário da Expedição Científica Roosevelt-Rondon

Click on the slide!

Flashes da Expedição Científica
Hiram Reis e Silva (*), Bagé, RS, 01 de setembro de 2014
A América pode apresentar ao mundo duas realizações ciclópicas: ao Norte o Canal do Panamá, ao Sul o trabalho de Rondon ‒ científico, prático, humanitário. Rondon não é apenas oficial e “gentleman” como os que mais o são nos mais bem organizados exércitos do mundo. É também excepcional, audaz e competente explorador, ótimo naturalista, cientista, estudioso, filósofo. Com ele a conversa vai da caçada de onças e dos perigos da exploração do Sertão à antropologia indígena; dos perigos da civilização industrial, puramente materialista, à moralidade positivista. O Positivismo do Coronel Rondon é realmente a Religião da Humanidade, doutrina que o impele a ser justo, bondoso e útil, a viver corajosamente sua vida e, com igual bravura, afrontar a morte. Nunca vi, nem conheço obra igual. Os homens que a estão realizando são, pela sua abnegação e patriotismo, os maiores que existem. Um povo que tem filhos desta ordem há de vencer. O século XX pertence-lhes. (ROOSEVELT)

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>

JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL